O método

Todo mundo usa. Quase ninguém sobe.

O seu trabalho é feito de documento. Ficha técnica, tabela de medidas, planilha de venda, política comercial, e-mail de fornecedor, briefing de coleção. É exatamente o tipo de trabalho que a inteligência artificial passou a fazer bem, e em pouco tempo a pergunta na sua área deixa de ser se alguém usa e passa a ser quem consegue mostrar o que produziu com ela.

O que este material é

O mapa inteiro, com a técnica central de cada degrau e o teste para saber onde você está.

O que ele não é

Manual de ferramenta. Tela muda todo mês; o que está aqui continua valendo em qualquer uma.

Os seis degraus

Abra o degrau que você quer estudar. Cada um traz a técnica central, a prova que abre o próximo e o erro mais comum de quem está ali.

18%

O número que a máquina deu, sem uma linha de origem

Marina, planejamento comercial de uma marca com 40 lojas, fecha o mix de alto verão e chega à segunda-feira com o relatório de venda por consolidar. Pergunta à máquina quanto a categoria malha cresceu no ano. Recebe 18%, com toda a segurança do mundo. Ela acompanha o número desde janeiro e sabe que foi 6%.

Foi assim que ela descobriu, na primeira semana, que a máquina nunca tinha visto a venda da marca dela. O texto sai impecável, o número sai bem formatado, e esse é o degrau 1: acreditar no tom.

Os três sinais de quem está aqui

Pede o número em vez de dar o dado e pedir a conta. Não sabe dizer por que a resposta saiu daquela forma. Usa a conta pessoal com arquivo da empresa.

O que muda no próximo degrau

Você passa a entender por que ela inventa, a pedir de um jeito que devolve algo utilizável e a conferir sem gastar mais tempo do que gastaria fazendo à mão.

Você sobe daqui quando

Faz o teste da página de diagnóstico e começa os sete dias, sem pular nenhum.

O erro mais comum aqui

Ficar. Não há problema em estar no degrau 1 na primeira semana; há em continuar nele no ano seguinte.

O segundo eixo: Sem brain, toda conversa recomeça do zero

Brain é o lugar onde mora o contexto: quem você é, o que a sua área faz, como a sua empresa decide, o que já ficou combinado. Organizado, com controle de quem acessa o quê, e vivo.

Ele anda junto com os degraus. Sem ele, o degrau 3 não vem, porque a máquina não redesenha um processo que ela não conhece. Serve em qualquer ferramenta de inteligência artificial, a que a sua empresa já usa.

C0NadaToda conversa recomeça do zero. Você cola os mesmos três documentos e repete a regra da casa.
C1SemeadoPerfil em meia página, tom de voz e os cinco documentos que a área não vive sem. Uma semana de trabalho.
C2Alimentado por ritoReunião vira nota de decisão (nunca ata), correção vira nota, e a cobertura de captura é medida toda semana.
C3VivoVocê pede em uma linha e sai certo. Cada ajuste que ainda sobra é uma nota que falta.
Semeie com o que você abre toda semana, não com o que parece nobre.

Quando o degrau 3 não vier sozinho

Os dois primeiros degraus a maioria sobe por conta própria, com este material e uma semana de trabalho. Do terceiro em diante, redesenhar processo, colocar agente no ar com freio, publicar padrão da casa, quase ninguém sobe sem alguém que já fez isso dentro de uma empresa de moda.

A uMode forma gerentes de moda nesse caminho inteiro, do degrau 1 ao 6, com o trabalho real de cada um como matéria de aula e uma prova concreta em cada passagem. Em qualquer ferramenta de inteligência artificial, a que a sua empresa já usa.

6

degraus, e nenhum se sobe por tempo de casa

5

passagens, cada uma com prova feita no seu trabalho

2

eixos que sobem juntos: o uso e o contexto

18

semanas, de quarenta a cinquenta minutos por dia